Arte para ser vivida devagar
"Vida seca" (2004) marca um momento decisivo na pesquisa de Celestino Neto. A monotipia de folhas já desprendidas da planta transforma o vestígio em imagem, preservando aquilo que o tempo tende a apagar. Entre desenho, gravura e memória, a obra anuncia uma investigação que atravessaria toda a sua trajetória: a permanência das coisas depois de sua transformação.

